quinta-feira

fotos do primeiro modelo



primeira peça executada.
fotografia: Clarisse Ribeiro
Produção, Maquiagem e direção artística: Pablo Bária
Modelo: Ana Paula
Direção Geral: Clarisse Ribeiro

domingo

Cartela auxiliar

Cores dos tecidos que serão doados. Colocarei como cartela auxiliar dos novos tecidos.


Doação!


1° TECIDO: Resistência

Cartela de Cores

Início! Fim!

Cartela de Acromáticos

ALEGRIA! Luto!

Execução 3



Execução 2


Execução do tecido




NKYINKYIM

Símbolo da resistência, a adaptabilidade, a devoção ao SERVIÇO e resolutividade

Tradução literal: O curso de vida é cheia de twistings, altos e baixos, e zigzags.

Este símbolo enfatiza a necessidade de uma avaliação crítica e de uma reavaliação da situação na vida.
Cores: Preto. Marrom. Vermelho, Bege, Laranja, Rosa

Cores

No bogalan as estampas e a cores expressam sentimentos de ocasiões específicas como festas de funerais, festivais tradicionais, ritos de iniciação como o da puberdade, casamentos, durbars etc.

Alegria está relacionada a cores alegres, cores fortes; amarelo, laranja e ao branco, enquanto que para funerais e luto predominam as cores como azul e vermelho escuros, marrom ou preto.

Quando as pessoas vestem vermelho escuro ou marrom, isso significa que recém perderam um parente próximo. A cor preta ou azul escuro demonstra a dor prolongada pela perda de uma pessoa amada como os pais, filhos ou companheiro.

Originalmente esses símbolos eram usados para enfeitar o vestuário destinado às cerimônias fúnebres. Os desenhos eram feitos recortando-se os símbolos em cacos de cabaça, para usá-los como carimbos sobre os tecidos.

Posteriormente, os tecidos Adinkra passaram a ser usados por líderes espirituais em cerimônias e rituais.

Evitava-se usá-los no dia a dia, também pelo fato de que a tinta desbotava ao lavar.

Atualmente, os tecidos Adinkra são usados pelos ganenses em diversas ocasiões, tais como casamentos, batismos e rituais de iniciação, ou seja, em ocasiões especiais.

sábado

como o Adinkra é feito

http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=1x2iULmPikU

Na internet se acha coisas maravilhosas!






Maravilhas de fotos que achei no site
http://www.adireafricantextiles.com/adinkraintroduction.htm
A tradição das estampas com adinkra. Percebemos as celebrações e as diferenças das roupas das pessoas. Os "reis" possuem diferenciações nas estampas.

terça-feira

Algumas imagens do site:



Dando uma olhadinha em alguns sites achei esse bem interessante e que pode me ajudar a facilitar a confecção dos tecidos!
http://casadoalaka.com/

Sobre







Neste trabalho pretendo executar uma prática de reaproveitamento de tecidos.

Ao trabalhar em um a confecção percebi o grande desperdício de tecido através dos “mapas de corte” feitos no programa Audaces. Como é muito comum que ao comprar o tecido ele venha com a largura variada, o programador costuma deixar uma margem de segurança em um dos lados do mapa, e como conseqüência há, em todos os cortes uma tira lateral de tecido com o corte retangular perfeito.

Portanto, o meu objeto de pesquisa é a reutilização dessas tiras retangulares tranformando-as novamente em tecidos. Tecerei novamente, misturando de forma harmônica, as tiras, que funcionaram como fios de trama e urdume na construção de um novo tecido. As armações básicas: tafetá, sarja e cetim, servirão de base para a construção do tecido.

As tiras de tecido estão sendo doadas pela empresa, e ao recebê-las, com os vários tipos de tecidos, texturas, estampas, referências dos tecidos tradicionais africanos foram surgindo, e aprofundei uma pesquisa sobre os símbolos tradicionais do Oeste da África, o Adinkra. O tecido africano conhecido como Bogolan que utiliza dos símbolos Adinka também me chamou a atenção. As cores fortes, vibrantes e as suas misturas inusitadas casarão com a mistura de textura e cores das tiras dos variados tecidos. A representação desses símbolos e dos desenhos tradicionais do bogolan será feita ou por bordados ou pelo próprio desenho da construção da trama.

O reaproveitamento de tecido não é uma grande novidade, pois a reutilização de retalhos é comum em tapetes, bordados, fuxicos, rendas, detalhes, enfim, um trabalho artesanal. Um bom exemplo é o projeto “Talentos do Brasil” onde cooperativas de artesões de toda parte do Brasil trocam conhecimentos e são orientados por designs a aproveitar os recursos que têm em mãos.

A estilista Rachel Davidowicz, da marca brasileira Uma, também fez um trabalho legal em sua coleção de verão 2008, a qual uniu o artesanal com o tecnológico, ao fazer aplicações de borracha reaproveitada imitando uma renda bilro, coenizando as tiras para que colassem em um segundo tecido, por baixo. Também reutilizou o papel de escritório para a decoração da passarela.

A partir da idéia principal do novo entrelaçamento reaproveitando retalhos da lateral de tecidos, executei testes afim de comprovar a viabilidade do projeto.

A princípio não me preocupei com a composição de cores, junções de métodos ou com o uso do Adinkra, mas com a prática, mecânica.

Com conhecimentos próprios e relembrados a partir do livro “TECIDOS HISTÓRIA, TRAMAS, TIPOS E USOS” de Dinah Pezzolo, sobre os entrelaçamentos básicos: tafetá, sarja e cetim, executei vários testes com o objetivo de identificar a firmeza ideal, e se seria possível o uso de várias formas de entrelaçamento.

Para a execução dos testes utilizei um compensado de madeira, com largura de 1,20mts e 0,5mts de comprimento com pregos distanciados em 1 cm um entre o outro. Utilizei uma “linha de bordar” indo de um ladro para o outro, no sentido da largura, passando entre os pregos, como sendo o urdume do tecido.

O primeiro teste foi executado com as tiras em forma de rolotê, para dar maior clareza ao método, entrelaçando com o urdume em tafetá. O resultado foi uma boa firmeza no novo tecido. O segundo teste, em sarja, com o rolotê, também foi positivo e teve uma boa firmeza. O cetim em rolotê, como de esperado, deu um desenho muito bonito ao tecido, e apesar de não dar uma boa firmeza, também teve um resultado positivo.

A partir do quarto teste deixei de utilizar o retalho em rolotê e aproveitei a estética do desfiado. Também fiz o teste nos três tipos de entrelaçamento. Como de esperado a firmeza do cetim não foi boa, mas a aparência desfiada do tecido deu um toque macio, e uma característica muito diferenciada ao novo tecido.

Concluí com os testes que é possível a utilização do retalho tanto em rolotê como somente em tiras, e que todos os três tipos básicos de entrelaçamento podem ser usados.





domingo

Significado de alguns símbolos



Akoma ntoso=coraçoes ligados. Simboliza a compreensão e o acordo




Adôbe de owo foro=prudência




Adinkrahene = liderança carisma grandiosidade

símbolos!
















Acoben=Vigilância

Um pouquinho de África




Adinkra




A origem desses símbolos é atribuída aos Asante o povo do Gana (Costa do Marfim.
Cada um dos motivos que compõem o Adinkra tem um nome e significado derivado, quer de um provérbio, um evento histórico, atitude humana, comportamento animal, vida vegetal, utilizando formas geométricas estilizadas. Os Significados dos motivos podem ser categorizadas como segue: Estética, Ética, Relações Humanas e Religiosas. Na sua totalidade, Adinkra simbolismo é uma representação visual do pensamento social relacionados com a história, filosofia e crenças religiosas dos povos Gana.

Roloté com armação de sarja!


Tentei fazer com o tecido diferente, estampado para ver o efeito. A Armação foi de Tafetá.
Já não deu tanta firmeza, mas o efeito do listrado ficou bacana!
Ao lado, uma tentativa com a fita de cetim, mas não deu firmeza nenhuma, desconsiderarei a possibilidade.

Desfile UMA verão 2009




Rachel Davidowicz uniu o tecnológia com com o artesanal, em um caso perfeito de tradição e modernidade.Até no cenário foram usados papeis picados do escritório da fábrica. Utilizou a borracha em tiras, coenizando para se juntar ao tecido, dando uma aparência de rendas de bilro.

Armações

Só uma explicaçãozinha das armações básicas que utilizei nos testes!
"Tecidos, Histórias, tramas e tipos de uso"-Bueno Pezzolo, Dinah editora Senac são paulo

É velcro!!!



Luis Eslava, artista plástico, fez uma exposição com objetos criados apartir do velcro! super legal o resultado final!
Materiais alternativos!